TY - JOUR PY - 2019// TI - Prevalence and patterns of active commuting according to socio-demographic factors in the Chilean population JO - Journal of transport and health A1 - Waddell, Heather A1 - Rodríguez-Rodríguez, Fernando A1 - Garrido-Mendez, Alex A1 - Diaz-Martinez, Ximena A1 - Poblete-Valderrama, Felipe A1 - Petermann-Rocha, Fanny A1 - Celis-Morales, Carlos SP - e100615 EP - e100615 VL - 14 IS - N2 - English Introduction The objective of this study was to investigate levels of self-reported active commuting by socio-demographics factors in Chile. Methods This cross-sectional study was conducted in 5,157 participants (women: 59.3%, age range 15-101 years) from the Chilean National Health Survey (CNHS) 2009-2010. The Global Physical Activity Questionnaire (GPAQ v2) was utilised to measure frequency and time spent in active commuting (walking or cycling). In addition, age, sex, education, place of residence, income and occupation were used as socio-demographics factors of interest. Results 31.9% [95% Confidence Interval (CI): 29.7; 34.2] of the population reported not doing any form of active commuting, this prevalence was higher in women than men (34.0% vs. 29.7%), in older (≥65y) than younger individuals (≤24y) (44.1% vs. 24.4%), in individuals with lower education compared to higher education (38.4% vs. 28.2) and in retired individuals than in those who were employed (46.0% vs. 31.2%). Being a non-active commuter was associated with a higher prevalence of physical inactivity (OR: 11.1 [95% CI: 8.27; 14.8], p < 0.0001). Similar findings were observed when analyses were stratified by socio-demographics factors. Conclusions Our findings show that prevalence and levels of active commuting differ by socio-demographic factors. In addition, our results provide evidence that commuting physical activity is an important domain that contribute to achieving the physical activity guidelines. Individuals who do not engage in active commuting presented a higher prevalence of physical inactivity. Introdução O objetivo deste estudo foi investigar os níveis de deslocamento ativo autorelatado conforme a fatores sócio-demográficos no Chile. Métodos Se incluíram 5,157 participantes (mulheres: 59,3%, entre 15 e 100 anos) da Pesquisa Nacional de Saúde do Chile (CNHS) 2009-2010. Foi utilizado o Global Physical Activity Questionnaire (GPAQ v2) para medir a frequência e o tempo gastado no deslocamento ativo (caminhada ou ciclismo). Os fatores sociodemográficos incluídos foram idade, sexo, escolaridade, local de residência, renda e ocupação. Resultados 31,9% [intervalo de confiança (IC) 95%: 29,7; 34,2] da população relatou não realizar qualquer forma de deslocamento ativo, sendo que esta prevalência foi maior nas mulheres do que em homens (34,0% vs. 29,7%), nos mais velhos (≥65 anos) do que indivíduos mais jovens (≤24 anos) (44,1% vs. 24,4%), em indivíduos com menor escolaridade em relação ao ensino superior (38,4% vs. 28,2) e em indivíduos aposentados do que naqueles empregados (46,0% vs. 31,2%). Deslocamento não ativo foi associado an uma maior prevalência de inatividade física (OR: 11.1 [IC95%: 8,27; 14,8], p < 0,0001). Resultados semelhantes foram observados quando as análises foram estratificadas por fatores sócio-demográficos. Conclusões Nossos resultados mostram que a prevalência e os níveis de deslocamento ativo diferem conforme os fatores sócio-demográficos. Além disso, nossos resultados fornecem evidências de que an atividade física de deslocamento é um domínio importante que contribui para o alcance das diretrizes de atividade física. Indivíduos que não praticam deslocamento ativo apresentaram maior prevalência de inatividade física. Introducción el objetivo del estudio fue investigar los patrones de desplazamiento activo según variables socio-demográficas en Chile. Métodos Se incluyeron 5.157 participantes (Mujeres: 59,3%, entre 15 y 100 años), de la Encuesta Nacional de Salud de Chile -2009-2010. Se utilizó el cuestionario Global Physical Activity Questionnaire para estimar la frecuencia y tiempo de desplazamiento activo (caminar o bicicleta). Los factores socio-demográficos incluidos fueron edad, sexo, nivel educativo, lugar de residencia, ingresos y ocupación. Resultados 31,9% [95% IC: 29,7; 34,2] de la muestra reportó no realizar algún tipo de desplazamiento activo, siendo esta prevalencia más alta en mujeres que en hombres (34,0% vs. 29,7%), en mayores (≥65 años) que en jóvenes (≤24 años) (44,1% vs. 24,4%), en individuos con bajo versus alto nivel educativo (38,4% vs. 28,2%) y en personas jubiladas versus empleadas (46,0% vs. 31,2%). Quienes no realizan desplazamiento activo, fueron 11 veces más propensos a no cumplir las recomendaciones de actividad física (OR: 11,09 [95% IC: 8,27; 14,8], p < 0,0001). Similares resultados se observaron al estratificar según los factores sociodemográficos. Conclusiones Nuestros hallazgos muestran que la prevalencia y patrones de desplazamiento activo, difieren según factores sociodemográficos. Además, los resultados demuestran que quienes no realizan desplazamiento activo tienen menos probabilidades de cumplir las recomendaciones de actividad física. Estos resultados poseen un alto impacto en la creación de futuras políticas públicas que permitan promover los desplazamientos activos y aumentar los niveles de actividad física de la población, lo que podría ayudar an abordar la alta prevalencia de enfermedades no transmisibles en Chile.

Language: en

LA - en SN - 2214-1405 UR - http://dx.doi.org/10.1016/j.jth.2019.100615 ID - ref1 ER -