
%0 Journal Article
%T Evolução da mortalidade por suicídio segundo os mecanismos de morte ­ 2001-2015
%J Rev. enferm. UFPI
%D 2020
%A Sousa, Cyntia Meneses de Sá
%A Mascarenhas, Marcio Denis Medeiros
%A Lima, Patrícia Viana Carvalhedo
%A Cunha, Juliane Danielly Santos
%A Rodrigues, Malvina Thaís Pacheco
%V 9
%N 
%P e9098-e9098
%X Objetivo: Descrever as características da mortalidade por suicídio segundo mecanismos de morte em Teresina-Piauí no período 2001-2015. Metodologia: Utilizaram-se dados disponíveis no sítio eletrônico do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS). Selecionaram-se os óbitos por lesões autoprovocadas voluntariamente (CID-10 X60-X84) de residentes em Teresina (&#8805;10 anos de idade). Calcularamse taxas de mortalidade e distribuição proporcional dos óbitos segundo características sociodemográficas e mecanismos utilizados. Verificaram-se associações estatísticas pelo teste do qui-quadrado a nível de significância de 0,05. Resultados: A maioria dos suicídios ocorreu no sexo masculino (73,3%), entre 20 e 39 anos (53,8%), negros (73,9%), menor escolaridade e casados (p<0,001). O domicílio foi o local de maior ocorrência (74,2%). Enforcamento e arma de fogo foram mais utilizados pelos homens, envenenamento e precipitação pelas mulheres (p<0,001). A taxa de suicídio aumentou entre os homens (+19,6%) e diminuiu entre as mulheres (-12,2%). Conclusão: O suicídio em Teresina predominou em homens e adultos jovens, sendo o enforcamento o meio mais utilizado. Conhecer as características e os meios utilizados para autoextermínio pode ser útil para a elaboração de estratégias de prevenção do óbito, assim como para orientação das equipes de saúde para intervenção diante de tentativas de suicídio.<p /><p>Language: pt</p>
%G pt
%I 
%@ 2238-7234
%U http://dx.doi.org/10.26694/reufpi.v9i0.9098