
@article{ref1,
title="Quando a morte é um ato de cuidado: obstinação terapêutica em crianças",
journal="Cadernos de Saude Publica",
year="2006",
author="Diniz, Debora",
volume="22",
number="8",
pages="1741-1748",
abstract="Este artigo discute um caso específico de recusa de obstinação terapêutica para um bebê de oito meses, portador de Amiotrofia Espinhal Progressiva Tipo I, uma doença genética incurável, degenerativa e com curto prognóstico médico de sobrevida. Os pais buscaram suporte judicial para garantir que o bebê não fosse compulsoriamente submetido a mecanismos de respiração artificial, caso apresentasse paradas cardiorrespiratórias durante atendimento hospitalar. O bebê foi a óbito por parada cardíaca uma semana após a decisão favorável da Justiça. A solicitação dos pais à Justiça foi pela garantia do direito de recusar procedimentos médicos que não modificariam o quadro clínico do bebê, em especial a ventilação artificial. O caso chegou à Justiça recentemente, ocasião em que participei do processo fornecendo assessoria bioética. Este artigo é uma versão modificada do relatório ético apresentado à Justiça.<p /><p>Language: pt</p>",
language="pt",
issn="0102-311X",
doi="",
url="http://dx.doi.org/"
}