
@article{ref1,
title="Depressäo unipolar: uma revisäo",
journal="Informacao Psiquiatrica",
year="1999",
author="Nascimento, Isabella",
volume="18",
number="3",
pages="75-83",
abstract="A depressäo é uma doença grave e comum, associada com prejuízo do funcionamento social e ocupacional, e com alto custo econômico. Pesquisas e observaçöes clínicas têm demonstrado que pacientes com depressäo têm uma significativa probabilidade de apresentar recaída, recorrência, cronicidade e sintomas subsindrômicos residuais entre os episódios da doença. Apesar de sua gravidade, observou-se que muitos pacientes näo säo adequadamente diagnosticados e tratados na populaçäo geral. Até o momento, pouco se sabe sobre a patogênesee a fisiopatologia da depressäo. Assim como, nenhum marcador biológico apresenta sensibilidade, especificidade e valor preditivo para auxiliar o diagnóstico dos transtornos depressivos, prever sua evoluçäo, orientar a terapêutica e promover a seleçäo de pacientes. Existem questöes ainda näo resolvidas no tratamento da depressäo unipolar recorrente. A primeira diz respeito à duraçäo do tratamento. Atualmente, há uma tendência em se manter a dose de antidepressor usada na fase aguda. Aproximadamente, 20 a 30 por cento dos pacientes com transtorno depressivo maior näo têm uma resposta satisfatória ao tratamento com antidepressores. Esta &quot;näo resposta&quot; ao tratamento pode resultar de um erro diagnóstico, do tratamento inadequado, da coexistência de outras condiçöes médicas e psiquiátricas e/ou de fatores psicosociais complicadores<p /><p>Language: pt</p>",
language="pt",
issn="0101-4331",
doi="",
url="http://dx.doi.org/"
}