
@article{ref1,
title="Depressão e esclerose múltipla: uma visão geral",
journal="Rev. bras. neurol",
year="2011",
author="Cerqueira, Ana Claudia Rodrigues de and Nardi, Antonio Egidio",
volume="47",
number="4",
pages="11-16",
abstract="O risco de depressão em pacientes com esclerose múltipla (EM) é de aproximadamente 50% ao longo da vida. A depressão acarreta sofrimento psíquico, diminui a aderência ao tratamento, piora a qualidade de vida, e aumenta o risco de suicídio em pacientes com EM. OBJETIVO: Conduzir uma revisão de estudos apresentando uma visão geral abordando aspectos relevantes relacionado à depressão e esclerose múltipla tais como prevalência, aspectos neurobiológicos, implicações clínicas e estratégias terapêuticas. MÉTODOS: A base de dados PubMed / Medline foi pesquisada sem limite de data para todos os artigos publicados escritos em inglês, utilizando os descritores &quot;depression&quot;, &quot;mood disorders&quot; e &quot;múltipla sclerosis&quot;. Somente artigos originais e com rigor metodológico na seleção dos pacientes foram relacionados aos objetivos desta revisão foram incluídos. RESULTADOS: Foram apresentados de forma descritiva e concisa achados relevantes referentes às associações entre prevalência da depressão/ risco de suicídio e EM, aspectos neurobiológicos relacionados à depressão, manifestações neuropsiquiátricas induzidas por medicamentos, relação entre depressão e funções cognitivas, assim como depressão e fadiga, além de aspectos relacionados ao tratamento da depressão na EM. CONCLUSÃO: A prevalência de transtornos depressivos é alta em pacientes com EM, portanto, deve ser investigado de forma sistemática, tendo em vista o elevado risco de suicídio nesta população, o impacto negativo no tratamento e na evolução da doença. Estratégias terapêuticas utilizadas no tratamento da depressão em pacientes com EM incluem o uso de antidepressivos e terapia cognitivo comportamental.<p /><p>Language: pt</p>",
language="pt",
issn="0101-8469",
doi="",
url="http://dx.doi.org/"
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